G. Alvaro, toda 4ª feira no TROCISTAS!

domingo, 28 de junho de 2009

Considerações sobre o Dilúvio

Considerações sobre o dilúvio.
Por G. Alvaro.

Hoje iremos falar sobre a primeira conhecida destruição em massa de espécies (atenção biólogos): o dilúvio.

Belo dia, o Criador olhou para si e se observou ocioso. Lúcifer, seu melhor amigo, decidira morar sozinho e levara o truco, o baralho e o SuperTrunfo de carros velozes consigo. Sendo assim, o Pai decidiu olhar para alguma coisa que tivesse criado, por algum acaso a Terra. Percebera a merda que fizera. Era gigante pra cá, dinossauro pra lá, David Bowie acolá e uma porrada de pássaros que nem sabia voar (a exemplo, a galinha, que por um deslize divino, continua existindo até hoje). Enfim, decidiu dar um banho na terra, estava muito suja, mais da metade daquilo dali podia morrer numa boa. Assim estava idealizado o famigerado Dilúvio.
Deus, muito gente boa, procurou por alguém pra sobreviver, alguém que tivesse uma boa barba, para parecer talvez mais sábio que os outros. Como não havia ainda PrestoBarba®, a melhor forma de escolher o único homem a sobreviver teve de ser o método unidunitê*.

Ao encontrar Noé (os nomes eram muito criativos nessa época), lho avisou que afogaria todas as espécies, sobrando só os animais que Noé previamente separasse em uma arca. Intrigado com as linhas tortas da vontade divina, Noé reuniu a coragem que guardara por todos seus 594 anos e perguntou ao senhor o porquê de tamanha destruição.
E Jeová, por sua vez, respondeu, magnânimo:
Estou a fim.
E continuando seu discurso, mandou que reunisse sua família, seus filhos de nomes esdrúxulos, e mais uma penca de animais, de todos os tipos, excetuando-se o porco, que teve que ir nadando e acabou ficando gripado. Era sabido que Noé era um bucéfalo e alcólatra, assim como seus filhos, me admira a arca não ter afundado no décimo quarto dos quarenta dias e quarenta noites. Choveu pra cacete na terra naquela época. E finalmente, quando a chuva passou, Noé soltou um pombo (por que esse animal desgraçado não morreu?) para procurar um ramo de alguma coisa (talvez precisasse fumar pra aplacar o estresse).
Voltando Deus ao encontro de Noé, talvez triste pelo barco não haver afundado, prometeu que não destruiria mais a terra com água, receio que já havia preocupação com o racionamento. Deixou claro também que iria destruir tudo novamente, bastava entrar numa de Nero.
E dessa forma, assustadoramente bisonha, é que sucedeu o Grande Dilúvio. Queira Deus, que da próxima vez (2012?) Ele não esqueça de acabar com os pombos.
G. Alvaro.
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*Método francês que consiste em escolher aleatoriamente algo ou alguém, cantando uma música de boiola. (N.do A.)

4 comentários:

  1. Hua...é sério que vou estreiar esse artigo?! Que chique, daí! Ashuashuashua! Cara, não sei de onde vem tanta fertilidade mental...mas essa budega tá muito foda! Continue assim! Vc estará fazendo uma menina até então entediada, muito feliz!
    =)

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  2. irmão isso é blasfêmia!!!
    mas taambém é muito engraçado, super perspicáz, super inteligente e por ai vai!!!


    Acraços!!!

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  3. Maravilhoso e muito informativo esse artigo, e espero q os malditos pombos se morram, criaturas asquerosas...

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  4. VINI PREGUIÇA

    como ´pode simbolizar a pas um bicho lazarento desse?


    Ô pááá ÔÔ páááááááá!!

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